As entidades de frentistas consumiram boa parte de 2021 na defesa dos empregos. Após muita mobilização, conseguimos derrotar Emenda de Kim Kataguiri (DEM-SP) e evitar votação do Projeto do deputado Vinícius Poit (Novo-SP).
As iniciativas que visavam impor o selfie-service nos postos desempregariam mais de 400 mil trabalhadores. Mas os derrotados não desistem.
Agora, os ataques ocorrem triplamente, por meio do Projeto de Lei de um senador e de dois deputados federais, por Medidas Provisórias.
Emprego – Eusébio Luis Pinto Neto, presidente da nossa Federação afirma: “Todas as iniciativas geram desemprego e desorganizam o trabalho no setor. Não são aceitáveis, portanto”.
O dirigente lamenta também a falta de diálogo. “As iniciativas do ano passado nasceram nos gabinetes fechados dos autores. Não houve diálogo com a categoria. Agora, tristemente, vemos o método se repetir”. Ele questiona: “Se querem legislar sobre nossa profissão, por que não vêm primeiro conversar com a gente? Nós jamais nos recusamos a dialogar”.
Reação – Entidades de todo o Brasil já tratam de organizar a resistência. Eusébio Luis Pinto Neto afirma: “Defender o emprego é dever sindical. Mais que isso, eu digo que é um ato patriótico”.
MAIS – No site do seu Sindicato.